ODEIO RODEIO - Últimas Notícias Sobre Rodeios

A vitória da aldeia catalã

 EULÀLIA JORDÀ-POBLET
Todos se lembram da figura de Asterix, pequenino e astucioso, vivendo com simplicidade a política do dia a dia gaulês, entre jantares à luz da Lua, com mesa farta e menires.
A simpática aldeia sempre se reunia para decidir em conjunto os problemas que lhe afetavam diretamente, e todos, até Chatotorix, tomavam parte dessa comunidade alegre e festeira. Esse estilo de vida opunha-se, por sua própria essência, ao estilo burocrático e grandioso dos romanos, sempre às voltas com os problemas advindos da pesada máquina estatal.
 
Como os gauleses, o povo catalão, pequenino e astucioso, através de uma bem organizada iniciativa popular liderada pela plataforma antitauromaquia, o Prou (tradução do catalão: "Basta"), conseguiu uma surpreendente e dupla vitória: com a abolição das "corridas" de touros - eufemismo utilizado para designar a tortura e assassinato de touros em praça pública - obteve a anulação momentânea do que Guy Debord chamou de "sociedade do espetáculo".
 
Eis que o mundo parou para observar uma reviravolta do fazer democrático. De repente - e isso ocorre apenas em instantes fulgurantes, como nas passagens de cometas por sobre a Terra -, os deputados catalães foram liberados por seus partidos para votarem de acordo com suas consciências, e, em apertada disputa, esqueceram-se - outra fulgurância - de defender os interesses mesquinhos das "divertolândias" espanholas.
 
Apostando na certeza de seu julgamento sincero, fizeram ressurgir uma tradição que, embora escassa, é pelo menos tão antiga quanto o fascínio ante a tortura que possui uma grande parte dos seres humanos em todo o mundo: a tradição da bondade, da compaixão pelos animais e da valentia de derrubar o que é errado.
 
A sociedade do espetáculo, acostumada às inúmeras vitórias da farsa, juntou-se ali em peso para desmentir-se - alegremente - e provar que um mundo bem melhor pode ser possível se forem utilizadas as mesmas ferramentas espetaculares de maneira invertida, no sentido de investir, como os touros, contra os donos do capital financiador da diversão perversa.
 
Nunca a imprensa esteve em Barcelona em tão grande número (nem nos dias da votação do Estatuto da Autonomia Catalã!), e tudo para acompanhar esse movimento baseado na ética (já em si, uma grande novidade), compassivo em relação a outros seres não humanos, os touros. Simbolicamente, representou mais um pilar do antropocentrismo ocidental que teimava em se manter de pé, mas que já apresentava sinais lastimáveis de podridão.
 
Esse histórico movimento deixou dizeres na internet, mostrando que um povo se constitui por meio da sua história, de seu passado que, como uma catapulta, o impulsiona para o novo: "Agradecemos a todos aqueles que lutaram contra a existência das ‘corridas’ de touros, e, infelizmente, não estão vivos para poder assistir a este momento mágico. Mas foram todas essas pessoas que, como uma corrente, nos ajudaram a conseguir hoje esta vitória".
 
Publicado em: 06/08/2010
 

Ativistas protestam contra touradas na Espanha

 Manifestação ocorre após proibição deste tipo de evento na Catalunha a partir de
Foto David Ramos/AP
Ativistas fizeram protestos neste domingo (1) em Barcelona, na Espanha, antes do início da primeira tourada após a proibição deste tipo de evento, aprovada no último dia 28 pelo parlamento da Catalunha, mas que começa a valer somente a partir de 1º de janeiro de 2012.
 
A iniciativa popular que levou à proibição de touradas na Catalunha, no nordeste espanhol, foi encabeçada pela plataforma Prou! (Basta!).
 
A Catalunha colocou fim a séculos de tradição, mas não proibiu os chamados “correbous”, a corrida de bois, festas com touros em cujos chifres são colocadas hastes com fogo nas pontas, mas nas quais os animais não são sacrificados no final.
 
Essa é a segunda região espanhola a proibir as touradas. As ilhas Canárias acabaram com elas em 1991.

http://noticias.r7.com/internacional/noticias/ativistas-protestam-contra-touradas-na-espanha-20100801.htm
 

Unidos da Tijuca faz parceria com a Festa do Peão de BARRETOS

 Vamos escrever para a Unidos da Tijuca e protestar:
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Unidos da Tijuca na 55ª Festa do Peão de BARRETOS
01/08/2010« Ir para a lista de matérias
 
A Festa do Peão de Barretos, que neste ano ocorre do dia 19 a 29, vai ser palco de uma mistura inusitada mas que promete dar samba: a apresentação da Unidos da Tijuca em plena arena do Estádio de Rodeios em uma performance exclusiva, especialmente ensaiada para a ocasião. Serão 400 pessoas entre passistas, comissão de frente e integrantes da bateria que vão “invadir” o terreno dos competidores e animais de rodeio no dia 20, sexta-feira.
 
E como a terra é do rodeio o show da escola de samba campeã do Carnaval do Rio em 2010 terá algumas peculiaridades: no repertório, várias das músicas entoadas serão sertanejas, mas tocadas na batida do samba. A mistura será desenvolvida pelo carnavalesco Paulo Barros com exclusividade para o evento. Dos 400 integrantes da escola de samba country, 100 são componentes fixos da escola carioca e 300 serão de Barretos, ensaiados por Paulo Barros.
 
O show da agremiação também será complementado por um show piro musical, sempre na batida do samba. Serão cerca de 15 minutos de fogos de artifício. “Vamos trazer com exclusividade esta apresentação para Barretos que será complementada com uma superestrutura de luzes, som e cenografia”, explica o presidente de Os Independentes – entidade realizadora do evento – Marcos Murta.
 
CM
http://www.brasilturis.com.br/diretodaredacao_materia.neo?Materia=15075
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Unidos da Tijuca abre Festa de Peão Boiadeiro

Por Eliane Lorca,
Para divulgar a parceria entre a Unidos da Tijuca e o Grupo Independentes – organizadores da Festa do Peão Boiadeiro de Barretos -, na próxima terça, 3, será oferecida uma coletiva seguida de um almoço: a “Queima do Alho”, culinária típica das comitivas dos peões.
 
A parceria se fez com o convite para a Unidos da Tijuca realizar o show de abertura da Festa do Peão Boiadeiro, considerada a maior festa da América Latina. O evento acontece de 19 a 29 de agosto com rodeio, shows musicais, atrações culturais e gastronômicas.
 
Mais de 400 pessoas entre passistas, comissão de frente e integrantes da bateria se apresentarão dia 19, na arena do Estádio de Rodeios com performance exclusiva, especialmente ensaiada e preparada para o evento.
 
A 55ª Festa do Peão  Boiadeiro de Barretos ficará na história, pois essa mistura entre os peões e seus animais de rodeio, com a bateria ‘Pura Cadência’ de Mestre Casagrande, a leveza de Giovanna e Marquinhos,  o gingado de nossas mulatas e o vozeirão de Bruno Ribas, Barretos nunca mais será a mesma.
 
Serviço:
 
Coletiva de Imprensa
 
Dia: 3 de agosto (terça-feira)
 
Horário: 12h
 
Local: Cidade do Samba – Barracão da Unidos da Tijuca
 
Rua Rivadávia Correa, 60 – Gamboa
http://unidosdatijuca.com.br/2010/07/unidos-da-tijuca-abre-festa-de-peao-boiadeiro/
 

(Espanha) - Depois de maltratado, touro mata homem com chifrada na garganta

 
 
GDELLA, ESPANHA [ ABN NEWS ] - Um homem morreu na madrugada deste domingo depois de ter levado uma chifrada de um touro no pescoço que atingiu a garganta. O animal estava sendo usado e maltratado em uma corrida de rua em Godella, Valencia, na Espanha.

Na festa do touro embolado, colocam-se duas bolas de fogo nos chifes do animal que, depois, é colocado solto na rua passando por vários sofrimentos e dores causados pelo fogo e pela ação das pessoas.

O prefeito da cidade, Hermenegildo Estellés, disse que o homem morto tinha sido avisado repetidamente pelos organizadores do evento sob o perigo, pois apresentava um comportamento irresponsável o que poderia ter sido sob a influência de álcool, de acordo com o prefeito.

Estellés explicou que o animal foi o segundo touro da noite e que o acidente fatal ocorreu na rua principal aos 45 minutos deste domingo (1).

A vítima, de 46 anos, foi chifrado de forma "muito grave", que cortou uma artéria no pescoço e atingiu ainda a garganta.
 

No local estavam um médico e um enfermeiro, acompanhado de ambulâncias. O homem foi atendido pelos médicos, que nada puderam fazer nada para salvar sua vida.

O responsável pelo evento disse que "o espetáculo" cumpriu todos os regulamentos.

Era esperado que as touradas na cidade continue na quinta-feira e no sábado da próxima semana. No entanto, amanhã, de acordo com o prefeito, as autoridades vão analisar sobre a suspensão da tourada de rua.

Num momento em que as corridas de touros foram proibidas na Catalunha, um tribunal de Barcelona admitiu avançar com uma ação para banir as festas do touro embolado.
http://www.abn.com.br/editorias1.php?id=62569
 

Os últimos olés da Catalunha

Não adianta resistir: por decreto ou não, as touradas desaparecerão um dia, como desapareceu há 32 anos o garrote vil
SÉRGIO AUGUSTO

Na arena, o sofrimento inútil de um ser vivo para deleite de uma assistência sadomasoquista

Para as touradas na Catalunha, soou a hora da verdade. Por 68 votos a favor, 55 contra e 9 abstenções, o Parlamento catalão decidiu, na quarta-feira, que as corridas estão fora da lei na região. Ou melhor, estarão a partir de 1º de janeiro de 2012. Até lá, as Ilhas Canárias continuarão sendo a única comunidade autônoma da Espanha onde tourear é proibido, desde 1991. O verdadeiro "esporte nacional" das Canárias agora é o futebol.

Da Catalunha também. Já o era bem antes do triunfo da Fúria na Copa, pois há décadas as touradas vêm perdendo público em todo o país; hoje é passatempo de uma minoria, minguante sobretudo entre os jovens e os turistas. Abandonadas até por aficionados da velha guarda - "cansados de suportar com estoicismo um espetáculo caduco, tedioso e manipulado", na avaliação de Antonio Lorca (El País, 29/7/2010) -, as touradas sobrevivem à custa de subsídios do governo que o status de "patrimônio cultural" lhes garante.

Barcelona, a capital catalã, só dispõe atualmente de uma arena de touros (La Monumental), palco de 15 corridas anuais; a outra virou shopping. A que existia nas Canárias renasceu como arena musical. Deverá ser esse o destino de La Monumental. Sai José Tomás, entra José Carreras (e assim mesmo como Don José, não como Escamillo).

Os touros agradecem. "Chega de fazer da tortura a animais um entretenimento", festejou Nacho Paunero, presidente do grupo de defesa dos direitos de animais que comandou a coleta das 50 mil assinaturas que deram origem à histórica votação abolicionista de quarta-feira.

A criminalização da tourada não foi, portanto, ao contrário do que muitos taurófilos e diversos neutros espalharam, um golpe parlamentar, uma jogada política eleitoreira, um xaveco nacionalista visando a distinguir a Catalunha do resto da Espanha, mas a última faena de uma luta popular, democrática, seguindo os trâmites exigidos pela ordem jurídica, após amplo debate canalizado institucionalmente desde novembro de 2008, à luz de depoimentos de etólogos, filósofos, toureiros e defensores dos direitos dos animais. Em questão, apenas uma questão: o sofrimento inútil de um ser vivo para deleite de uma assistência sadomasoquista.

O filósofo Fernando Savater, a quem muito admiro, saiu em defesa da tauromaquia. Não porque aprecie touradas, mas por ser contra que assembleias "estabeleçam pautas de comportamento moral para os cidadãos", muito menos um Parlamento laico, como o da Catalunha. Até aí morreu Manolete. Savater, porém, não precisava ter comparado a decisão dos deputados catalães às sanções do Santo Ofício, exagero incompatível com sua fina inteligência, ainda mais comprometida pela acrítica acolhida que em seu protesto deu aos clichês propagandísticos da taurofilia: "costume arraigado no país", "uma forma de vida popular", uma arte secular a ser preservada, etc.

Tradições não são eternas, nem sagradas. Se o fossem, ainda estaríamos queimando feiticeiras e empalando gatos pretos ou sacrificando as viúvas, como se fazia na Índia, e os criados, como se fazia no Egito. Também pertencem à ordem das tradições e dos costumes mutilar a genitália feminina, em alguns países africanos, e judiar dos bois, como naquela farra de origem açoriana promovida todos os anos em Santa Catarina. Tradições e costumes bárbaros, incompatíveis com o que reconhecemos como mundo civilizado, ainda que nele se pratique a caça à raposa e se comam foie gras e carne de vitela.

"Comparada à vida de outros animais, a do touro é principesca", ponderou Savater. Pode ser. Mas, como provam os etólogos, o touro se estressa e sente dor, e esse é o limite da polêmica. Houve um tempo em que o mundo das touradas era sempre glamourizado e romantizado, na imprensa, na literatura, no cinema. Mesmo em romances cujos autores se diziam ideologicamente contra as corridas, como Sangue e Areia, do valenciano Vicente Blasco Ibáñez, a aura romântica não sofria um arranhão. Ernest Hemingway, primeiro comO Sol Também se Levanta, depois com Death in the Afternoon, contribuiu como nenhum outro para a sacralização da tourada como uma obra de arte, como um espetáculo transcendental, como uma tragédia sobre a fragilidade da vida e a ritualização da morte - verônicas retóricas diversas vezes denunciadas como afetações típicas de um machão suicida.

Enquanto durou o encanto, a indústria de criar e matar touros de lida faturou horrores (literalmente, inclusive) e os toureiros curtiram uma dulce vida de artista pop e ídolo esportivo, com permanente acesso aos mais nobres salões da Europa e aos mais cobiçados leitos de Hollywood. Só Luis Miguel Dominguín namorou Ava Gardner, Lana Turner, Rita Hayworth, até casar com a italiana Lucia Bosé. Antonio Ordóñez foi íntimo de Hemingway e Orson Welles. Os comuns mortais babavam de inveja.

De todo modo, já havia naquele tempo quem reverenciasse mais a memória de Bailador e Islero, os legendários touros que deram cabo, na arena, de Joselito e Manolete, quiçá os maiores matadores de todos os tempos. Do nome do touro que chifrou mortalmente Juan Gallardo não me lembro. Gallardo era o fictício toureiro de Sangue e Areia, encarnado no silencioso por Rodolfo Valentino e, no falado, por Tyrone Power.

Os socialistas ibéricos sempre simpatizaram com os touros. Antes da tomada do poder pelo franquismo, os mais radicais entre eles deram uma de MST (ou de Peta, como queiram), invadindo fazendas de criação de touros para soltar os bichos e, não raro, punir exemplarmente ganadeiros e toureiros. "Um matador a menos é um fascista a menos", justificavam-se. É histórica a ligação dos fascistas espanhois com taurófilos e toureiros. Dominguín foi companheiro de caçadas de Franco.

Os políticos conservadores da Espanha são contra a proibição das touradas. Maioria em diversas regiões, tudo farão para evitar que a lição da Catalunha frutifique pelo resto do país. Esforço inútil. Por decreto ou não, as touradas desaparecerão um dia. Como desapareceu há 32 anos o garrote vil.

http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,os-ultimos-oles-da-catalunha,588674,0.htm
 

NÃO PERMITA A CAVALGADA QUE JÁ MATOU CAVALOS EM SC!

 Na cidade de Nova Trento, interior de Santa Catarina, ocorre anualmente a Cavalgada nos Caminhos de Santa Paulina. É mais uma "festividade" que submete animais a situações degradantes e que resultam até na morte dos cavalos.
 
O evento vem sendo contestado pela população e, segundo relatos, tem incomodado inclusive à Igreja Católica, pois é realizado como "homenagem" à Santa Paulina.
 
A Cidasc, órgão ligado ao governo catarinense, está em vias de não permitir a realização do evento este ano.
 
Veja informações no blog do jornalista Raul Sartori:
 
 
Manifeste seu apoio a esta medida! Peça a proibição da cavalgada!
 
Envie mensagem para
 
- Cidasc Itajaí
- Cidasc Central
- Polícia Militar em Nova Trento
- Polícia Ambiental de SC
- Delegacia de Polícia de Nova Trento
- Delegacia Regional de Polícia - Brusque
 
E-mails (copie e cole):   Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  ,seger@cidasc.sc.gov.br,12bpm3c3p3g@pm.sc.gov.br,  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  .br,
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Com cópia para
 
- Raul Sartori - Jornalista
- Jornal de Nova Trento
Diário Catarinense
-  Clic RBS
- Igreja Católica - CNBB - Regional SUL 4 - Santa Catarina
 
E-mails (copie e cole):   Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  ,otrentin  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  ,cnbbsul4@cnbbsul4.org.br,cnbbsul4@gmail.com,
 
Veja abaixo a mensagem enviada pelo Instituto Nina Rosa e, se desejar, use-a como modelo.
 
Excelências
 
Demonstrações de fé às custas do sofrimento alheio não é algo com o que se possa compactuar. É o que ocorre ao se promover, participar ou permitir o martírio e morte de cavalos na Cavalgada nos Caminhos de Santa Paulina, em Nova Trento, que em 2009 reuniu cerca de 5.000 destes animais, segundo informações da imprensa. Associar esta atrocidade à imagem de Amábile Lúcia Visintainer, muito ao contrário de uma homenagem, é uma afronta a sua memória e dissemina valores que nada tem a ver com a bondade e o amor que são os símbolos da vida de Santa Paulina.
 
Ainda que não houvesse a morte dos animais, como as que ocorreram no ano passado, o sofrimento que lhes é provocado por esta "cavalgada" de várias horas já bastaria para que esta prática fosse banida. Os relatos são decavalos extenuados por percorrerem longas distâncias sem comida e água e puxando pesadas carroças lotadas por homens "aparentando sinais visíveis de embriaguês".
 
Solicitamos às autoridades da Cidasc e da Polícia Civil e Militar que não permitam a realização deste dantesco "espetáculo", cujas práticas ferem frontalmente a legislação vigente (artigo 32 da Lei Federal de Crimes Ambientais 9605/98).
 
Que interesses econômicos e políticos não se sobreponham a valores fundamentais, como o da compaixão ensinada por Santa Paulina. Que a fé seja manifestada com exemplos de bondade e respeito à vida, e não submetendo-se animais à tortura.
 
Solicitamos providências de VV. Ex.as no sentido de coibir tais práticas.
 
Respeitosamente,

Instituto Nina Rosa - projetos por amor à vida
Organização independente sem fins lucrativos
www.institutoninarosa.org.br
Fone/fax: (11) 3868-4434 / 3868-4273

 

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