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Justiça cancela rodeio em Barbosa Ferraz por denúncia de mals tratos
Louan Brasileiro

Justiça cancela rodeio em Barbosa Ferraz por denúncia de mals tratos
Neste final de semana aconteceria em Barbosa Ferraz uma festa de rodeio. Após receber um ofício extra-judicial do Ministério Público que denuncia mals tratos aos animais da festa, a Comarca de Barboza Ferraz barrou o rodeio.
Cerca de 20 animais seriam usados no rodeio. Segundo a comarca, o uso de esporas, corda americana, choques, peiteiras, barrigueiras, sinos, laços e outros objetos que causam dor nos animais, além da estrutura de confinamento dos touros são as justificativas para a ação.
O cancelamento de rodeios vem se tornando frequente no Brasil. As condições em que os animais são tratados nessas festas fazem com que a justiça tenha um novo olhar sobre esta cultura.
No Vale do Ivaí, as festas de rodeio acontecem em grande parte dos municípios. A falta de estrutura faz no entanto, com que os animais sejam expostos a condições precárias, além do sofrimento causado pelas ferramentas usadas para fazer os animais pularem.
Com informações do Blog do Roque
http://www.tnonline.com.br/noticias/regiao/32,124546,12,05,justica-cancela-rodeio-em-barbosa-ferraz-por-denuncia-de-mals-tratos.shtml
Justiça proíbe maus tratos a animais em rodeio no PR
Redação Bonde com MP/PR
A Justiça proibiu o uso de instrumentos que poderiam ferir os animais envolvidos em um rodeio que seria realizado na noite de quinta-feira (10), em Barbosa Ferraz, região Centro-Oeste do Estado, a pedido do Ministério Público do Paraná.
A decisão é do juiz Fernando Bueno da Graça e abrange os eventos previstos no período de 10 a 13 de maio, sob a responsabilidade do Clube de Diretores Lojistas de Barbosa Ferraz e Portal Produções.
Na ação civil pública, o promotor de Justiça Vitor Hugo Nicastro Honesko, da Comarca de Barbosa Ferraz, requereu que não fossem utilizados instrumentos de maus tratos físicos e psicológicos contra animais. A prática de maus tratos é crime ambiental, previsto no artigo 32 da Lei n° 9.605/98. Praticar atos de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos pode render pena de três meses a um ano de detenção, além de multa.
O promotor destaca que os rodeios expõem os animais (no caso, touros) a situações de crueldade. O artigo 225 da Constituição Federal prevê que "todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações".
O promotor destacou ainda que o Tribunal de Justiça de São Paulo já proibiu o uso de instrumentos que possam ferir animais em eventos semelhantes.
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-3--492-20120511
A Justiça proibiu o uso de instrumentos que poderiam ferir os animais envolvidos em um rodeio que seria realizado na noite de quinta-feira (10), em Barbosa Ferraz, região Centro-Oeste do Estado, a pedido do Ministério Público do Paraná.
A decisão é do juiz Fernando Bueno da Graça e abrange os eventos previstos no período de 10 a 13 de maio, sob a responsabilidade do Clube de Diretores Lojistas de Barbosa Ferraz e Portal Produções.
Na ação civil pública, o promotor de Justiça Vitor Hugo Nicastro Honesko, da Comarca de Barbosa Ferraz, requereu que não fossem utilizados instrumentos de maus tratos físicos e psicológicos contra animais. A prática de maus tratos é crime ambiental, previsto no artigo 32 da Lei n° 9.605/98. Praticar atos de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos pode render pena de três meses a um ano de detenção, além de multa.
O promotor destaca que os rodeios expõem os animais (no caso, touros) a situações de crueldade. O artigo 225 da Constituição Federal prevê que "todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações".
O promotor destacou ainda que o Tribunal de Justiça de São Paulo já proibiu o uso de instrumentos que possam ferir animais em eventos semelhantes.
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-3--492-20120511
Percepção da violência no mundo dos rodeios Foto: Divulgação
Swami Fonseca* Em todo o País os rodeios têm criado polêmicas aprofundando discussões entre os limites da cultura e dos abusos da liberdade, justamente por lidar com a percepção de violência em relação ao outro (no caso, os animais) em seus diversos níveis. De um lado, estão os seus árduos defensores que fazem parte de uma cadeia econômica de exploração animal, que vai desde os organizadores de eventos, criadores etc e que visam apenas ao lucro. Já do outro, os que contestam as provas do rodeio, pois a participação do animal se dá pela força, através do medo, dor, estresse, enfim; pelo condicionamento forçado que contrariam o seu comportamento natural, pois a tendência do animal é buscar uma saída da arena, como alternativa, já que são animais mansos. Esses aspectos são apenas alguns que mostram que os rodeios se dão sobre algum tipo de violência contra os animais e que são consentidos pelo público como diversão e mascarados, através de uma pretensa tradição importada dos cowboys norte-americanos, no final do século retrasado. Cabe dizer que, a cultura e/ou tradição sempre legitimaram – e ainda o fazem – as mais diversas formas de crueldade nas sociedades, tidas como normais para a época. Como exemplo disso, teríamos os gladiadores de Roma, que davam um “espetáculo de sangue” levando o público ao delírio, comportamento até muito assemelhando aos rodeios quando o peão tomba e incita no público gritos e levantes. Mas hoje achamos aqueles ocorridos em Roma espetáculos horríveis. Será que a mentalidade evoluiu? Por que a humanidade ainda precisa se alimentar de shows que envolvam algum tipo de violência alheia? Ora o mundo está cada vez mais violento e os rodeios se expandem fornecendo um quadro sintomático da banalização da violência e que muita coisa precisa ser repensada. A começar pelas crianças que assistem os rodeios e vão assimilando a cultura da violência, achando tudo normal e sem limites, onde se pode fazer tudo com os outros, não apenas com os animais. Eis também esse chamado aos pais para educarem seus filhos com respeito ao próximo, pois está faltando mães e pais responsáveis que exerçam a sua função de construir um cidadão com princípios éticos de respeito pela vida. Já que os animais são seres “sencientes”, ou seja, que possuem consciência de si em relação ao mundo e está mais do que na hora de refletirmos sobre a nossa responsabilidade diante eles, que são considerados sujeitos de direitos, bem como a realidade que queremos através da cultura pela paz. Por isso também a chamada ao Poder Público de exercer a sua função de fiscalizar a situação dos animais e não apoiar eventos que fazem apologia à violência, como os rodeios. Os rodeios se fantasiam de tradição importada e banalizam a violência contra os animais. http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=5&n=27936 RS (rodeio) Manifestantes protestam em favor dos animais Manifestantes protestam em favor dos animais
Foto: Leandro Carvalho/Especial JA ![]() Passeata percorreu o calçadão no sábado Reivindicar o direito dos animais, em favor da vida e contra a violência. Esse foi o objetivo de uma passeata pacífica sobre os animais explorados em rodeios, realizada na Praça Dr. Pio, na manhã de sábado, 5. A manifestação, que percorreu o calçadão da cidade, reuniu dezenas de pessoas que seguravam cartazes e faixas com mensagens de protesto pelo modo violento que, principalmente, cavalos e bois, são tratados durante um rodeio. "Nossa intenção é fazer um chamado à comunidade, que atentem aos maus tratos causados aos animais, fantasiados pelo discurso da tradição e da violência. Temos que ter a consciência que não apenas cães e gatos estão sofrendo atos violentos, mas também outras raças. Em eventos que tem como atração futboi e corrida de cães, é preciso saber o que acontece nos bastidores, quando os animais não estão sendo vistos pelo público", disse a bióloga Swami Feijó Fonseca. De acordo com ela, é importante o envolvimento de toda a comunidade que é contra a exploração e maus tratos a esses animais, já que os mesmos não podem se defender. Há cerca de duas semanas, uma manifestação semelhante foi realizada na cidade de Pelotas, com o mesmo objetivo. "Não existe uma fiscalização do Poder Público, que não levanta essa problemática. E não entendemos esse discurso que o rodeio é tradição gaúcha, já que ele teve origem nos Estados Unidos. Todos querem o título, mas ninguém se dá conta do que realmente isso representa aos animais. É preciso repensar as atitudes. Os próprios Direitos Internacionais já consideram que os animais são seres conscientes de si, mas as pessoas insistem em banalizar a violência, desrespeitando os limites", complementou Swami. Por Anelize Kosinski Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=3&n=27793 Portugal: Cem pessoas protestam contra tourada em Barcelos Uma manifestação que reuniu cem pessoas protestou hoje no centro da cidade de Barcelos contra a realização de uma tourada e contra a associação dos bombeiros locais ao evento.
“Não faz sentido nenhum uma instituição que tem por lema ‘vida por vida’ associar-se a um evento de morte, a uma tortura de animais”, disse o activista dos direitos dos animais, Vasco Santos. “Estão aqui a apoiar a morte de seis touros e a seguir vão ajudar a tirar um gato do telhado ou a resgatar um cão de um poço”, ironizou. Os manifestantes concentraram-se no centro da cidade e depois rumaram até ao local da tourada, que decorre numa arena amovível, entoando palavras de ordem como “tourada em Portugal é vergonha nacional” e “tortura não é cultura”. Adriana Torres, 20 anos, envergava um casaco com “Não à tourada” estampado nas costas e confessava-se envergonhada por a sua cidade ser palco de um “espectáculo degradante, de tortura de animais”. “Barcelos não tem qualquer tradição de touradas e é triste que hoje entre no mapa noticioso pelos piores motivos.” A tourada reverte, em parte, a favor dos Bombeiros Voluntários de Barcelos, cujo comandante, José Quinta, disse “aceitar com educação” a manifestação, mas lamentou as “palavras menos agradáveis” dirigidas à corporação. “Não concordamos muito que ataquem com palavras menos agradáveis pessoas que trabalham dia a dia com o lema ‘vida por vida’”, confessando que lhe custa “ver pessoas que não fazem nada na vida, que vivem à custa dos outros, a chatear os que trabalham por eles”. José Quintas acrescentou que a corporação aceitou associar-se a esta tourada porque os corpos de bombeiros estão a passar “por muitas dificuldades” e “toda a ajuda é preciosa”. Segundo José Quintas, 20% da receita total reverte a favor dos bombeiros. A arena tem cerca de 2500 lugares, variando os bilhetes entre 15 e 20 euros, consoante sejam lugares ao sol ou à sombra. http://www.cenariomt.com.br/noticia.asp?cod=188738&codDep=17 Ribeirão: Justiça revoga liminar de maus-tratos e rodeio é liberado Nota sobre a notícia abaixo: quem está induzindo ao erro são os pecuaristas exploradores de animais.
João ------------------------------------ Sexta, 27 de Abril de 2012 Juíza da 5ª Vara Cível cassou decisão que impedia uso de sedém e esporas em Ribeirão Preto; advogado diz que ONGs induziram juízes a erro com ações idênticas EPTV A Justiça revogou, no início da noite desta sexta-feira (27), uma liminar que impedia a utilização de instrumentos que caracterizem maus-tratos aos animais em um rodeio de Ribeirão Preto. Com a decisão expedida pela juíza substituta da 5ª Vara Cível, Mariana Tonoli Angeli, as montarias do Ribeirão Rodeo Music poderão ser realizadas. Na tarde desta sexta, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) havia mantido a decisão liminar da 2ª Vara Cível de Ribeirão que proibia o uso de cordas, pateiras, esporas, choques elétricos, laços e sedém - instrumento que pressiona o órgão genital do animal para que ele salte - nas provas. O advogado do evento, Evandro Grili, afirmou que duas ONGs entraram com liminares idênticas: uma na 2ª Vara Cível e outra na 5ª. Grili explicou que este pedido, feito na 5ª Vara, foi negado primeiro. A estratégia utilizada pelo advogado foi transferir o caso da 2ª Vara para a 5ª, com objetivo de que o juiz que permitiu a realização do rodeio apreciasse também a liminar até então vigente. Grili afirmou que as ONGs tiveram como objetivo induzir os juízes a erro. "Essa ONG que ganhou a liminar foi criada oficialmente no mês passado, ou seja, exclusivamente para realizar toda essa confusão", afirmou. http://www.jornalacidade.com.br/editorias/cidades/2012/04/27/justica-revoga-liminar-de-maus-tratos-e-rodeio-e-liberado.html |






